PREVALÊNCIA E IMPACTO DA INCONTINÊNCIA URINÁRIA NA QUALIDADE DE VIDA DE UNIVERSITÁRIAS

Autores

  • LARYSSA LEANDRO GOMES Unifip Patos-PB

Palavras-chave:

Incontinência Urinária, Prevalência, Universitárias, Qualidade de vida

Resumo

Introdução: A Incontinência Urinária (IU) é definida como uma perda involuntária da
urina, e alguns autores relatam que esta patologia tem correlação direta com a
qualidade de vida tanto na parte emocional, quanto na sexual. Estas disfunções
causam sérias limitações e não apresentam causas específicas para o aparecimento
desta patologia. Tais limitações fazem com que a paciente não busque ajuda
profissional, e acabe convivendo com a incontinência urinária como se fosse algo que
fizesse parte da vida dela. Objetivos: Este estudo tem como objetivo identificar a
prevalência de Incontinência Urinária em universitárias e verificar o quanto ela
interfere na qualidade de vida das mesmas. Métodos: Trata-se de uma pesquisa
descritiva, de abordagem quantitativa e corte transversal, relacionada a prevalência e
impacto da IU na qualidade de vida de universitárias. A população foi constituída por
50 acadêmicas do curso Bacharelado em Fisioterapia do Centro Universitário de
Patos - UNIFIP, na cidade de Patos-PB. A amostra foi do tipo não probabilística por
conveniência, tendo a participação das primeiras 50 acadêmicas que se
disponibilizaram a participar da pesquisa. A coleta de dados ocorreu através de dois
questionários: o sociobiodemográfico e o International Consultation Incontinence
Questionnaire−Short Form (ICIQ-SF). Os dados da amostra foram analisados através
do software Statistical Package for the Social Sciences (SPSS 22.0). Resultados:
Verificou-se que a idade média entre as participantes foi de 22,7 anos, onde, a maioria
eram solteiras 82% e referiram ser somente estudantes 68%. Quanto aos hábitos de
vida, 44% faziam uso de bebida alcoólica; 56% não praticavam atividade física e
dentre as que praticavam, 59% classificaram como exercício de alto impacto. De
acordo com as comorbidades referidas, a maioria das participantes não apresentou
nenhuma 74%. Já nos dados ginecológicos, a maioria tinha ciclos regulares 72%, não
utilizava método anticoncepcional 66% e eram nulíparas 90%. Em relação a
prevalência da IU, 40% das universitárias relataram sintomas de incontinência
urinária, sendo a IU de esforço a mais frequente com 26,3%. No ICIQ, o impacto da
IU na qualidade de vida das participantes foi moderado com 42,1%. Conclusão:
Neste estudo identificou-se prevalência incontinência urinária entre as universitárias,
com impacto moderado na qualidade de vida, sendo a IUE o tipo mais comum.

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Publicado

2024-08-07

Como Citar

GOMES, L. L. (2024). PREVALÊNCIA E IMPACTO DA INCONTINÊNCIA URINÁRIA NA QUALIDADE DE VIDA DE UNIVERSITÁRIAS. Repositório Institucional Do Unifip, 6(1). Recuperado de https://editora.unifip.edu.br/repositoriounifip/article/view/2027

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