AVALIAÇÃO DA APTIDÃO CARDIORRESPIRATÓRIA, QUALIDADE DE VIDA E QUALIDADE DE VIDA NO TRABALHO EM MOTORISTAS RODOVIÁRIOS PROFISSIONAIS
Palavras-chave:
Aptidão cardiorrespiratória, qualidade de vida, trabalhoResumo
A profissão de motorista rodoviário impacta a saúde física e mental desses
profissionais, tendo em vista que é uma profissão que está exposta a diversos
potenciais estressores como a exposição ao excesso de ruído nas rodovias, o
sedentarismo, má alimentação e a permanência prolongada na posição de sentado.
A junção dos fatores anteriormente mencionados, interfere significativamente a ACR,
QV e QVT destes profissionais. Diante disso, este estudo possuiu como objetivo
avaliar a aptidão cardiorrespiratória, qualidade de vida e qualidade de vida no trabalho
de motoristas rodoviários profissionais. Se tratou de uma pesquisa de campo,
descritiva, de levantamento de dados, com abordagem quantitativa e de estudo
transversal. Participaram desse estudo cinco motoristas profissionais, homens, com
idade entre 40 e 63 anos. Foram analisados, a percepção de qualidade de vida e a
qualidade de vida no trabalho através de questionários online. Os valores estimados
do consumo máximo de oxigênio (VO2 máx) foram obtidos por meio do teste
ergoespirométrico e o índice de massa corporal (IMC) foi encontrado através do
cálculo que se dá pela razão entre o peso corporal e o quadrado da estatura (Kg/m2).
A análise dos dados, tabelas e gráficos foram realizadas através do programa
estatístico Microsoft Excel versão 2019. Os resultados mostraram que a QV e QVT
foram consideras satisfatórias apresentando os seguintes resultados percentuais
respectivamente, 80,77% e 87,43%. Os dados da ACR revelaram que com avançar
da idade o VO2 máx tende a diminuir, e que IMC e VO2 máx possuem relação inversa,
onde quanto mais elevado for o IMC, menor o a VO2 máx. Conclui-se, pois, que ambas
as qualidades de vida são satisfatórias, sendo QV um fator determinante da QVT. No
entanto, não é possível afirmar com certeza que existe uma correlação entre os fatores
anteriormente citados com os resultados obtidos da ACR. Tendo em vista, que apenas
três dos cinco participantes apresentaram VO2 máx considerados bons. Portanto, foi
possível correlacionar que VO2 máx é inversamente proporcional ao IMC neste
estudo, porém não se pode afirmar que neste público essa relação aconteça em todos
os motoristas, pois a amostra é considerada pequena.
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