OS RISCOS E BENEFÍCIOS DA HIDROQUINONA NO TRATAMENTO DO MELASMA: UMA REVISÃO DE LITERATURA

Autores

  • LUANA AMORIM RODRIGUES LEITE Unifip Patos-PB

Palavras-chave:

Hidroquinona, Melasma e Tratamento do melasma

Resumo

O melasma é um hipercromia crônica adquirida que causa alterações na pele, se manifestando na forma de máculas castanhas, do marrom claro ao escuro, decorrente da hiperatividade dos melanócitos pela formação excessiva de melanina (pigmento responsável por dar cor da pele), podendo ser induzida por alguns fatores como a exposição aos raios solares, condições hormonais, exposição a altas temperatura, gestação, exposição a luz visível, influencias genéticas e contraceptivos. No entanto, a teoria mais aceita é que acontece o desencadeamento da disfunção através da exposição à radiação ultravioleta, pois nem um dos outros fatores foram comprovados isoladamente. O objetivo deste trabalho foi discorrer sobre o uso isolado do despigmentante hidroquinona no tratamento do melasma, com a finalidade de mostrar acerca dos seus riscos e benefícios, no qual foi realizado por meio de uma revisão de literatura. Através da busca eletrônica nas bases de dados de indexação científica, como: bancos de dados e dissertações (BTD), Scielo, PubMed, Google Acadêmico e Periódicos CAPES por meio das seguintes palavras chaves: Hidroquinona, Melasma, Tratamento do melasma. A hidroquinona é um despigmentante tópico, usado no tratamento de hiperpigmentação da pele, atuando pela inibição do processo de melanogênese, bloqueando também a ação da enzima tirosinase, que tem atuação na formação da melanina. Considerado um dos ativos mais utilizados na área da estética, porém deve ser utilizado sempre com segurança, pois em altas concentrações pode apresentar efeitos adversos, como a ocronose exógena.

 

 

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Publicado

2024-08-22

Como Citar

LEITE, L. A. R. (2024). OS RISCOS E BENEFÍCIOS DA HIDROQUINONA NO TRATAMENTO DO MELASMA: UMA REVISÃO DE LITERATURA. Repositório Institucional Do Unifip, 6(1). Recuperado de https://editora.unifip.edu.br/repositoriounifip/article/view/2956

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