PREVALÊNCIAS DE LESÕES MUSCULOESQUELÉTICAS EM ATLETAS DE FUTEVÔLEI NA CIDADE DE PATOS-PB

Autores

  • MARIA DE FATIMA NÓBREGA CALDAS Unifip - Patos PB

Palavras-chave:

Lesões musculoesqueléticas, Prevalência, Futevôlei

Resumo

Em 1962, durante a ditadura a polícia proibiu o treino de futebol e as filas de passe na praia em horários determinados, então Otávio e seus amigos usaram as traves (sem rede) do campo para decidir jogar futebol na areia, com os pés colocavam os limites da quadra em ambos os lados da trave tornando-a semelhantes às do vôlei, permitindo que os jogadores só passem a bola com os pés ou com a cabeça. Assim como no vôlei, a bola não deve tocar o solo dentro da área restritiva. À medida que os praticantes aumentavam, o número de lesões em atletas amadores e profissionais também, embora haja pouco contato físico, essa abordagem exige posturas dinâmicas e movimentos repetivos prolongados que leva a inconsistências com a linha da gravidade e desvios posturais . Visto isso, nota-se a necessidade de identificar a prevalência de lesões musculoesqueléticas em atletas praticantes desse esporte. Objetivo: O estudo trata-se de uma pesquisa aplicada à abordagem quantitativa, com objetivos descritivos, fonte de dados exploratória realizada na cidade de Patos no Estado da Paraíba. Para sua realização, foi utilizado a aplicação de questionário semiestruturado para obter informações sobre o perfil sociodemográfico dos participantes, região corporal mais acometida por lesões e desvios articulares correlacionando as queixas musculoesqueléticas. Como análise opinativa, os dados da amostra serão analisados, tabulados e gráficados utilizando o Software Package For Social Science For Windwos (SPSS) versão 2.1, para que possa ajudar no bom entendimento dos objetivos da pesquisa. Resultados: Esta pesquisa contou com a participação de 20 voluntários, os dados coletados apontaram alta prevalência de queixas musculoesqueléticas em atletas tendo a região do joelho (50%) e região lombar (46,7%) como segmentos mais acometidos nos últimos 12 meses. Também foi identificado lesões musculares (40%), fratura (26,7%) nos atletas. Conclusão: é visto que a modalidade oferece riscos reais para o surgimento de Luxação patelar, rompimento de LCA, LCP, artrose, hérnia de disco, lombalgia seja por fatores de desgaste muscular, lacerações de nervos, tendões, ligamentos.

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Publicado

2024-08-02

Como Citar

CALDAS, M. D. F. N. (2024). PREVALÊNCIAS DE LESÕES MUSCULOESQUELÉTICAS EM ATLETAS DE FUTEVÔLEI NA CIDADE DE PATOS-PB. Repositório Institucional Do Unifip, 8(1). Recuperado de https://editora.unifip.edu.br/repositoriounifip/article/view/1936

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