NÍVEIS DE DEPENDÊNCIA A NICOTINA E HÁBITOS DE ATIVIDADE FÍSICA EM UNIVERSITÁRIOS TABAGISTA DURANTE A PANDEMIA
Palavras-chave:
Tabagismo, Atividade física, Dependência de nicotinaResumo
Aproximadamente seis milhões de tabagistas morrem a cada ano no mundo, a maioria dessas mortes ocorre em países de baixa e média renda. A prática regular de atividade física resulta em inúmeros benefícios para o organismo, relacionado a uma menor redução da função pulmonar, além de colaborar na prevenção do desenvolvimento de doença pulmonar obstrutiva crônica. Dessa forma, esse estudo teve por objetivo verificar o grau de dependência à nicotina e o nível de atividade física em estudantes universitários. Tratou-se de uma pesquisa exploratória, descritiva, transversal e com uma abordagem quantitativa realizada em uma instituição de ensino superior localizada na cidade de Patos no Estado da Paraíba. A população foi formada pelos estudantes do Centro Universitário UNIFIP no campo da cidade de Patos no estado da Paraíba e a amostragem foi não probabilística e intencional constituída pelos primeiros 30 voluntários que aceitaram fazer parte da pesquisa. A coleta de dados foi adquirida com a aplicação de questionários utilizando a plataforma Drive Google e divulgado através da plataforma WhatsApp. Foram aplicados dois questionários, o escore de Fagerstrom que é um teste para verificar a dependência à nicotina e um Questionário Internacional de Atividade Física – IPAQ – versão curta para verificar se são sedentários e o grau de atividade, além dos dados sobre idade e gênero para caracterização da amostra. Os dados da amostra foram analisados utilizando o software Microsoft Excel e SPSS 21.0. Pelos resultados obtidos através das análises dos dados, pode-se concluir com o presente estudo que, os estudantes universitários da amostra possuíam muito baixa dependência a nicotina e que os tabagistas eram irregularmente ativos e, quando comparados com os não-tabagistas, observou-se que esses eram mais ativos., mas reforçando a ideia de que a amostra de tabagistas não foi satisfatória devido à pandemia do COVID-19 no ano de 2020, dificultando obter uma amostra satisfatória desses indivíduos.
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