PARTICIPAÇÃO DA FAMÍLIA NO PROCESSO DE REABILITAÇÃO NO ATENDIMENTO DOMICILIAR
Palavras-chave:
Visita domiciliar, Família, Fisioterapia, CuidadorResumo
A organização dos serviços de saúde da Atenção Primária, por meio da Estratégia de Saúde da Família (ESF), prioriza ações de promoção, proteção e recuperação de saúde de forma integral e continuada. Em expansão por todo o território nacional, a ESF define-se por um conjunto de ações que vão além da assistência médica, estruturando-se com base no reconhecimento das necessidades da população, aprendidas a partir do estabelecimento de vínculos entre usuários dos serviços e os profissionais de saúde, em contato permanente com o território. Uma das atividades intrínsecas à ESF é a visita domiciliar, que proporciona ao profissional adentrar o espaço da família e, assim, identificar suas demandas e potencialidades. O presente estudo teve como objetivo avaliar a participação da família no processo de reabilitação dos pacientes atendidos em domicilio. Metodologia: o presente estudo tratou-se de uma pesquisa de campo exploratória com abordagem quantitativa, exploratória relacionada à participação da família no processo de reabilitação no atendimento domiciliar. A pesquisa foi realizada durante o atendimento domiciliar feito pelos fisioterapeutas do NASF da cidade de Malta-PB, para o estudo foi selecionado 12 famílias quem tinham em seus domicílios pacientes que estivessem em processo de reabilitação e que foram atendidos por fisioterapeutas em seus domicílios, os dados da amostra foram analisados, tabulados e graficados utilizando o software Microsoft Excel. A proposta deste artigo, é fruto de uma reflexão sobre a visita domiciliar e a participação da família no processo de reabilitação no atendimento fisioterapêutico realizado em domicilio, buscando orientar a família no cuidado com o paciente a partir da compreensão não apenas de sua doença, mas de sua condição humana que requer cuidado e atenção voltada para todo o seu processo de reabilitação. Ao analisar os dados do questionário verificamos que apesar de serem realizados os atendimentos domiciliares, suas condutas ainda são insuficientes no processo de reabilitação fisioterapêutico domiciliar é preciso uma interação entre a família e o profissional para que assim a família possa participar do processo de reabilitação trazendo assim benefícios e uma melhor qualidade de vida dos pacientes atendidos.
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