PERCENTUAL DA CARGA DE TREINO CARDIOVASCULAR PELA PERCEPÇÃO SUBJETIVA DE ESFORÇO ATRAVÉS DO VO2 MÁXIMO

Autores

  • JOÃO VÍTOR DE LUCENA ROCHA E SANTOS Unifip Patos-PB

Palavras-chave:

Teste de esforço; Treinamento aeróbico; Monitoramento da carga

Resumo

O consumo máximo de oxigênio é identificado como a taxa de oxigênio que organismo capta, transporta e utiliza como fonte de energia. A percepção subjetiva de esforço é uma variável psicofísica que resulta em feedbacks integrados, sendo possível monitorar a carga de treinamento da sessão de maneira eficaz e com baixo custo. O objetivo da pesquisa é a identificação do percentual de carga de treino pela percepção subjetiva de esforço tendo como bases percentuais VO2máx com estudantes do sexo masculino, universitários. Amostra formada por 15 indivíduos de 18 a 30 anos, escolhidos por conveniência. A pesquisa procedeu com 02 encontros. No primeiro foi realizado o questionário (PAR-Q), tomadas as medidas antropométricas de peso e altura e foi executado o teste cardiorrespiratório. Posteriormente foi realizado um protocolo de treino com 70-80-90% da velocidade do VO2máx, com duração total de 12 minutos em estágios de 4 minutos para cada nível de intensidade, verificando ao final de cada estagio a PSE e comparando-as com a percepção verificada durante o teste máximo. Foram realizadas análises descritivas de média e desvio padrão e inferencial de comparação multivariável ANOVA. Os resultados apresentaram uma forte ligação entre os percentuais do VO2máx e PSE com uma relação linear entre as variáveis, mostrando que quanto mais há aumento na intensidade, maior é a percepção dos indivíduos sobre a sua condição durante a atividade. Podemos concluir que através da PSE é possível monitorar o percentual de carga em indivíduos adultos jovens treinados.

 

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Publicado

2024-09-13

Como Citar

SANTOS, J. V. D. L. R. E. (2024). PERCENTUAL DA CARGA DE TREINO CARDIOVASCULAR PELA PERCEPÇÃO SUBJETIVA DE ESFORÇO ATRAVÉS DO VO2 MÁXIMO. Repositório Institucional Do Unifip, 4(1). Recuperado de https://editora.unifip.edu.br/repositoriounifip/article/view/4134

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