ATENÇÃO PRIMÁRIA À SAÚDE (APS) E INTERSETORIALIDADE: DESAFIOS E IMPLICAÇÕES PARA O ACESSO DAS GESTANTES AO PROGRAMA DE ATENÇÃO A PRIMEIRA INFÂNCIA (PAI) EM UMA UNIDADE BÁSICA DE SAÚDE NO SERTÃO DA PARAÍBA.
Palavras-chave:
Atenção Primária à Saúde;, Intersetorialidade;, Gestantes;Resumo
A Atenção Primária à Saúde (APS) ocupa papel central no Sistema Único de Saúde (SUS), sendo fundamental para a promoção de cuidados integrais às gestantes e para a ampliação do acesso aos direitos sociais. No entanto, a carência de articulação intersetorial na APS representa um desafio relevante, dificultando o acesso das gestantes a políticas como o Programa de Atenção à Primeira Infância (PAI). Este estudo teve como objetivo analisar como a ausência de intersetorialidade no atendimento às gestantes impacta o acesso ao PAI em uma Unidade Básica de Saúde (UBS) no sertão da Paraíba. A amostra será composta por 14 profissionais de saúde – médicos, enfermeiros, técnicos de enfermagem e agentes comunitários de saúde – com idades entre 18 e 65 anos, garantindo diversidade de perspectivas. A coleta de dados utilizou entrevistas semiestruturadas, permitindo explorar as percepções dos profissionais e identificar desafios na integração de políticas e práticas. O material bibliográfico serviu de base para fundamentar a análise teórica e metodológica. A análise dos dados ocorreu por meio de categorização, com apresentação de gráficos, tabelas e relatos significativos. Espera-se que este estudo contribua para aprimorar as práticas intersetoriais na APS e para qualificar o cuidado oferecido às gestantes.
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