PREVALÊNCIA DE ASSIMETRIAS CRANIANAS EM LACTENTES

Autores

  • MARTA BEATRIZ DOS SANTOS Unifip Patos - PB

Palavras-chave:

Assimetria em lactentes, Deformidades cranianas, Suturas, Plagiocefalia não sinostotica, Craniossinostoses

Resumo

O estudo intitulado prevalência de assimetrias cranianas em lactentes, refere-se às alterações ósseas decorrentes da relação entre a pressão sobre a calota craniana, estas podem estar presentes ao nascimento ou desenvolvidas durante os primeiros meses de vida. Tem por objetivo descrever a prevalência de assimetrias cranianas em lactentes atendidos em UBS na cidade Patos-PB, identificar a prevalência e tipos mais comuns de assimetrias nos lactentes atendidos em UBS, classificar quanto à gravidade, correlacionar as assimetrias com permanência em UTI e uso excessivo de bebê conforto. Nesse linear, o trabalho foi desenvolvido a partir de uma pesquisa de campo exploratória e descritiva com abordagem quantitativa. A população foi constituída por lactentes atendidos em Unidades Básicas de Saúde, da cidade de Patos, no estado da Paraíba e a amostragem por 45 lactentes atendidos no período de agosto a dezembro de 2023. A coleta de dados ocorreu com a balaclava para melhor visualização do crânio e aplicação de avaliação craniana com craniômetro, sempre considerando o cálculo, classificações e as orientações. Os dados demonstram que 70% dos avaliados apresentam um ou mais tipo de assimetria, sendo 54% plagiocefalia, 37% braquicefalia, e 9% escafocefalia. Quanto à classificação da gravidade, apresentaram maiores índices plagiocefalia do tipo leve com 75% e braquicefalia moderada com 56%, dolicefalia apenas na forma leve 5%. Além disso, foi observada a influência do uso do bebe conforto, 70% dos lactentes com assimetria craniana fazem uso constante do bebe conforto, alem disso foi observado os três tipos de anormalidade craniana, seguindo a ordem quantitava de plagiocefalia leve 61%, moderada 15%, braquicefalia moderada 15%, e dolicefalia 9%. Quanto à permanência da UTIN, apenas 30% dos RNs com deformidades cranianas necessitam de cuidados intensivos, não sendo constatada a influência direta no índice elevado de assimetrias encontradas na pesquisa. Os resultados da pesquisa permitiram concluir, que há uma prevalência significativa de disfunções cranianas em lactentes na faixa etária de até 6 meses.

 

 

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Publicado

2024-08-01

Como Citar

SANTOS, M. B. D. (2024). PREVALÊNCIA DE ASSIMETRIAS CRANIANAS EM LACTENTES. Repositório Institucional Do Unifip, 9(1). Recuperado de https://editora.unifip.edu.br/repositoriounifip/article/view/1897

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