ASSIMETRIAS CRANIANAS: SEGUIMENTO E EVOLUÇÃO DE CRIANÇAS EM ACOMPANHAMENTO FISIOTERAPÊUTICO

Autores

  • HELOYSA FIGUEIRÊDO MARINHO Unifip Patos - PB

Palavras-chave:

Assimetria Craniana, Deformacional, Sutura craniana, Sinostótica

Resumo

Introdução: A assimetria craniana é uma abordagem que afeta inúmeros bebês, sendo essa de origem deformacional (causada pelas forças intrauterinas ou extrauterinas sobre o crânio imaturo do bebê) ou sinostótica (causada pelo fechamento prematuro das suturas cranianas). Nesse caso, o crânio do bebê apresenta inúmeros ossos e suturas, estes se tornam expostos às mudanças exteriores que podem afetar não só o físico, como também o desenvolvimento da criança, acarretando em possíveis formações de assimetrias cranianas. Dessa forma, essa diferenciação é essencial para não só diagnosticar precocemente uma possível assimetria, como também determinar o prognóstico adequado para o bebê. As assimetrias tendem a diminuir com o passar do tempo, porém alguns estudos demonstraram que bebês com histórico de deformidade craniana continuam apresentando achatamento mensurável, se não for tratada. Por isso, o agravante cranial definirá o tratamento que será traçado, podendo levar a apenas uma orientação posicional da cabeça ou, em casos mais críticos, a uma possível cirurgia. Objetivo: descrever o seguimento e a evolução de crianças que apresentam assimetria craniana em acompanhamento fisioterapêutico. Metodologia: trata-se de uma pesquisa quantitativa e descritiva, através de lactentes atendidos na Clínica Escola de Fisioterapia da UNIFIP. A coleta de dados será feita com a criança sentada e com a balaclava para melhor visualização do crânio e, somado a isso, a avaliação craniana com craniômetro antes e durante o acompanhamento fisioterapêutico do lactente. Como análise opinativa, os dados da amostra serão analisados, tabulados e graficados utilizando o Software Package for Social Science for Windows (SPSS). Com essa pesquisa, espera-se apresentar dados que indiquem a importância da fisioterapia no tratamento de assimetrias cranianas. Os resultados demonstraram que 89% das crianças avaliadas obtiveram evolução através do acompanhamento fisioterapêutico e das orientações. Com isso, conclui-se a importância do diagnóstico precoce que implica num bom prognóstico por intervenção da fisioterapia no tratamento da assimetria craniana.

 

 

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Publicado

2024-08-01

Como Citar

MARINHO, H. F. (2024). ASSIMETRIAS CRANIANAS: SEGUIMENTO E EVOLUÇÃO DE CRIANÇAS EM ACOMPANHAMENTO FISIOTERAPÊUTICO. Repositório Institucional Do Unifip, 9(1). Recuperado de https://editora.unifip.edu.br/repositoriounifip/article/view/1889

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