FATORES PRÉ-NATAIS, PERINATAIS E PÓS-NATAIS ASSOCIADOS AO TRANSTORNO DO ESPECTRO DO AUTISMO
Palavras-chave:
Farores. Pré-natais. Perinatais. Pós-natais. Associados. Transtorno do Espectro do Autismo.Resumo
O Transtorno do Espectro do Autismo é uma conjuntura de transtornos definidos por
conturbações do neurodesenvolvimento atípico, que causa desafios sociais como, exiguidade
nos processos básicos de comunicação, interação social e aprendizagem, padrões de
comportamento limitados e repetitivos, e atrasos cognitivos. O termo “autismo” foi usado pela
primeira vez por Eugen Bleuler para descrever pacientes que fugiam da realidade, mais tarde
em 1943, Leo Kanner publicou sua obra sobre 11 casos de crianças com “um isolamento
extremo desde o início da vida e um desejo obsessivo pela preservação da mesmices”. Desde
de então o autismo vem sendo cada vez mais falado e estudado pois, nos últimos tempos vem
apresentando aumento significativo no mundo todo, mas ainda não é de conhecimento cientifico
a causa desse transtorno, mas existem hipóteses levantadas, predisposições genéticas e fatores
ambientais são muito comentadas no meio acadêmico, os fatores pré-natais, perinatais e pós
natais são considerados importantes a serem estudados. O objetivo desse trabalho foi investigar
a influência dos fatores gestacionais e pós gestacionais associados ao transtorno do espectro do
autismo, conhecendo melhor o público alvo da pesquisa, buscando fatos relevantes em comum
entre as mães de pacientes diagnosticados com TEA durante a gestação, a coleta de dados nesse
questionário foi realizada a partir de um questionário que foi aplicado de forma online que foi
realizado na Associação de Pais e Amigos dos Autistas de Patos e Região (ASPAA), localizado
na cidade de Patos, no Estado da Paraíba. A amostragem foi formada por por 27 responsáveis
de crianças com TEA cadastrados na ASPAA. Os resultados apontam o número de gestações
não planejadas 12 (44,4%), diferença de idade entre os pais igual ou maior que 10 anos 7
(25,9%), uso de antibiotico durante a gestação 12 (44,4%), ingestão de ácido fólico durante a
gestação 27 (100%). Contudo esse estudo possibilita aos profissionais que atuam nesta área a
conhecer alguns fatores de risco no período pré, peri e pós-natal para a manifestação do TEA
que podem ser diferença de idade entre os pais, suplementação em exesso do ácido fólico, uso
de antibióticos, prematuridade, sofrimento durante o parto, entre outros fatores.
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