EFEITO DO EXERCÍCIO DE FORÇA COM RESTRIÇÃO DO FLUXO SANGUÍNEO SOBRE A PERCEPÇÃO SUBJETIVA DO ESFORÇO EM JOVENS
Palavras-chave:
treinamento de força. Método tradicional. TRFS. PSEResumo
O exercício de força (EF) podem ser classificados como treinamento resistido (TR). O TR é basicamente constituído por cargas (pesos). Dentre os métodos para o TR, destaca-se o treinamento com restrição do fluxo sanguíneo (TRFS) que é utilizado com baixas cargas, foi combinado com TR e percepção subjetiva do esforço (PSE) afim de promover maior desempenho para indivíduos que não toleram altas cargas. Considerando esses princípios, o objetivo foi analisar os efeitos do TRFS e do TR sobre a PSE de homens adultos treinados. A metodologia utilizada refere-se a uma pesquisa quase experimental de natureza aplicada, quantitativa quanto a sua abordagem do problema e explicativa quanto aos seus objetivos com delineamento crossover, randomizado e contrabalanceado. A amostra foi composta por 16 homens treinados, com idade (18,55 ± 7,46 anos) e índice de massa corporal (75,32 ± 10,22 kg/m2), os sujeitos foram submetidos a três sessões com intervalo de 72 a 120 horas: na 1ª sessão realizaram as medidas antropométricas, teste de uma repetição máxima (1RM), e familiarização com o metrônomo; na 2ª e 3ª sessão experimental realizaram o método sem restrição do fluxo sanguíneo e o método de TRFS nos exercícios de tríceps pulley, rosca direta, remada cavalinho e supino plano. Os métodos foram padronizados pelo trabalho total, sendo 3 séries de 16 repetições, 25% de 1RM, cadência de execução de 1010 e 1 min de intervalo entre séries para ambos os métodos. A PSE foi mostrada aos voluntários após o término de cada serie e a FC foi mensurada pré e pós e em 5 min, 15 min, 30 min, 45 min, 60 min após os exercícios para ambos os métodos. Na análise dos dados foi utilizado o pacote estatístico computadorizado StatisticalPackage for the Social Science (SPSS) versão 20.0. Os resultados apresentaram diferenças significativas para o método de TRFS (p<0,05), enquanto para o treinamento sem restrição do fluxo sanguíneo não obteve significância (p>0,05). Conclui-se que o método de TRFS apresenta resultados melhores referentes a FC e a PSE se comparando com o método sem restrição do fluxo sanguíneo.
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