CREATINA E SEUS EFEITOS PARA MELHORA NO DESEMPENHO DE FORÇA: REVISÃO BIBLIOGRÁFICA
Palavras-chave:
Creatina, Desempenho, Recursos Ergogênicos, ForçaResumo
A busca por melhorias no desempenho esportivo leva atletas a explorar treinamentos
e estratégias dietéticas, aumentando o uso de suplementos nutricionais, como a
creatina. Este composto de aminoácidos é essencial no transporte e armazenamento
de energia nas células. Ela é sintetizada no fígado, pâncreas e rins, e obtida através
da dieta, consumindo peixes, carnes, laticínios e ovos. A creatina melhora o
desempenho esportivo a longo prazo, aumentando a força, reduzindo a fadiga e
melhorando a resistência em atividades intensas. Seu uso deve ser supervisionado
por profissionais de nutrição ou médicos nutrólogos para garantir uma alimentação
equilibrada. O objetivo geral desse estudo investiga o impacto da suplementação de
creatina em atletas e praticantes de atividade física. Trata-se de uma pesquisa
exploratória do tipo revisão bibliográfica. Realiza-se uma revisão bibliográfica no
período de agosto de 2023 a maio de 2024, nas seguintes bases de dados eletrônicas:
Revista Brasileira de Nutrição Esportiva (RBNE) e U.S. National Library of Medicine
(PUBMED). Os resultados evidenciam que foram identificados 22 artigos e, em
seguida, realiza-se uma seleção para verificar se atendem aos critérios de inclusão.
Seis artigos compatíveis com a creatina e seus efeitos para melhora no desempenho
de força são selecionados para o desenvolvimento do resultado. Ao término deste
estudo, constata-se que a suplementação de creatina tem um impacto significativo no
aumento da força muscular, na melhora da composição corporal e na aceleração da
recuperação muscular em atletas e praticantes de atividades físicas. Conclui-se que
protocolos que incluem uma fase de saturação (20g/dia por 5 a 7 dias) seguida de
manutenção (3g/dia) são os mais eficazes para otimizar o desempenho e a
recuperação. Este protocolo de dosagem maximiza os benefícios da creatina,
proporcionando melhoras substanciais na potência muscular e redução da fadiga.
Sugere-se que estudos futuros devem focar em protocolos de dosagem mais
refinados e explorar os mecanismos subjacentes que podem influenciar as respostas
individuais à suplementação de creatina.
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