AUTOLESÃO, COPING E FLEXIBILIDADE COGNITIVA EM ADOLESCENTES: UM ESTUDO CORRELACIONAL

Autores/as

  • MARIA EDUARDA AZEVEDO DE LIMA UNIFIP

Palabras clave:

Autolesão. Coping. Flexibilidade Cognitiva. Adolescentes.

Resumen

Este estudo teve como objetivo geral conhecer a relação entre a autolesão, o coping e a flexibilidade cognitiva em adolescentes. Trata-se de um estudo quantitativo, exploratório, do tipo correlacional ex-post-facto, realizado em escolas públicas e privadas do sertão paraibano, com uma amostra não probabilística por conveniência de 108 adolescentes, distribuídos equitativamente em termos de gênero. Os participantes responderam a questionários que avaliaram autolesão, coping e flexibilidade cognitiva, além de um questionário sociodemográfico. Os dados foram analisados por meio de estatísticas descritivas e inferenciais, utilizando o Software Estatístico para as Ciências Sociais (SPSS). Os resultados indicaram que a autolesão não possui uma relação significativa com as dimensões da flexibilidade cognitiva. Contudo, foram identificadas correlações importantes entre a autolesão e certas estratégias de coping. Além disso, observou-se uma associação positiva entre as dimensões da flexibilidade cognitiva e estratégias de coping. Esses achados são promissores para o aprimoramento de intervenções preventivas e terapêuticas da autolesão em adolescentes, direcionando o foco para as estratégias de enfrentamento.

Publicado

2026-09-15

Cómo citar

LIMA, M. E. A. D. (2026). AUTOLESÃO, COPING E FLEXIBILIDADE COGNITIVA EM ADOLESCENTES: UM ESTUDO CORRELACIONAL. Repositório Institucional Do Unifip, 10(1). Recuperado a partir de https://editora.unifip.edu.br/repositoriounifip/article/view/7948

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