TESTOSTERONA, CORTISOL E TREINAMENTO RESISTIDO: UMA REVISÃO NARRATIVA
Palavras-chave:
Treinamento com pesos. Testosterona. Cortisol.Resumo
O treinamento resistido, ou como também é conhecido por musculação, traz melhora no aumento do rendimento esportivo, na busca pela melhora e manutenção de uma qualidade de vida, além de ser utilizado por pessoas de diferentes sexos e idades. As variáveis do treinamento de força são responsáveis por interferir nas respostas hormonais, uma dessas respostas é a taxa de testosterona e cortisol. O presente estudo teve como objetivo realizar uma pesquisa bibliográfica sobre a relação entre o treinamento resistido e a concentração dos hormônios testosterona e cortisol no organismo. A pesquisa trata-se de uma revisão narrativa. Os artigos contidos neste trabalho estão disponíveis na língua portuguesa entre os anos de 2004 a 2020, foi utilizado como critério de inclusão trabalhos que verificassem a relação do treinamento resistido na concentração da testosterona e do cortisol no organismo, como critério de exclusão foram os trabalhos que não verificassem a relação do treinamento resistido na concentração da testosterona e do cortisol no organismo e estudos que não estavam contidos entre os anos definidos nos critérios de inclusão. De acordo com a pesquisa fundamentada e construída a partir de artigos na base de dados: Scielo, Lilacs, Pub Med e Google Acadêmico, diversos estudos pesquisaram sobre o referido tema e em grande parte das pesquisas conclui-se que, as diferentes dimensões do treinamento resistido como intensidade, volume, tipo de ação muscular, resposta adrenérgica, volume plasmático e produção de lactato interferem diretamente sobre as concentrações hormonais plasmáticas principalmente em respostas agudas ao exercício.
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